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	<title>Robin McKinley Archives - A Devoradora de Livros</title>
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		<title>The Blue Sword &#124; Robin McKinley</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2014 10:12:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Robin McKinley]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grande exemplar do gênero de fantasia da década de 80, com uma ambientação fabulosa, personagens ótimos e uma trama de aventura envolvente. Enquanto os colonizadores que vivem no posto longínquo pouco se interessam pelas atividades dos nativos, uma ameaça maligna se reúne do outro lado das montanhas. A jornada de auto-descoberta fica por conta de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Grande exemplar do gênero de fantasia da década de 80, com uma ambientação fabulosa, personagens ótimos e uma trama de aventura envolvente. Enquanto os colonizadores que vivem no posto longínquo pouco se interessam pelas atividades dos nativos, uma ameaça maligna se reúne do outro lado das montanhas. A jornada de auto-descoberta fica por conta de Harry, uma moça pouco interessada nos afazeres tipicamente femininos que se vê tendo que escolher entre duas culturas. E acaba envolta numa guerra para salvar seu reino.</p>
<p>Eu nunca vou entender a Robin McKinley. Li dois livros dela bem mais ou menos, daí nem fui ler esse porque não me empolguei &#8211; li até a página 14 e desisti porque achei muito entediante: Harry é uma garota pouco convencional que vai viver num posto avançado do império depois da morte dos pais. Ela não é uma lady, apesar de ter sido criada como tal: ela sempre preferiu sair cavalgando no sol do que proteger sua pele alva, e seu irmão mais velho agora se preocupa se ela vai se adaptar à sociedade. Não que ela tenha muita sociedade para se adaptar: o posto do exército em que ela vai morar (como um casal mais velho, ele diplomata) não tem nada nem ninguém, e é só uma cidadezinha na beira do deserto e das montanhas que não fazem mais parte do reino. E aí eu parei porque se nada acontece, né. Qual a graça.</p>
<p>Depois eu vi na sinopse que ela ia ser raptada por um rei das tribos das montanhas, e bom. Aí resolvi voltar, porque sabem como eu fico com romances desse tipo. E olha, fica a lição de vida. Eu larguei o livro na página 14, com todo mundo tomando chá calmamente e Harry entediada até a medula. Na página 15 entra o pessoal da guarnição, super preocupado porque o tal rei feiticeiro resolveu aparecer do nada e ninguém sabe o que fazer com ele. Então, gente, se por acaso vocês estiverem muito entediadas com a leitura, pula umas páginas! Quem sabe a coisa muda drasticamente e o livro fica legal.</p>
<p>E esse ficou legal mesmo!</p>
<p>O rei, que é bonitão e se chama Corlath, é de fato um feiticeiro, mas não no sentido tradicional da palavra: ele de vez em quando é possuído por uma energia mágica que lhe dá poder, mas que também manda nele e ele não tem escolha senão obedecer. É essa energia mágica &#8211; que seu povo chama de <em>kelar</em> &#8211; que o empurra para raptar Harry. Ele obedece com relutância, porque sabe que isso pode gerar ainda mais animosidade entre seu povo e os colonizadores, povo de Harry (que não sabem que magia existe mas por outro lado andam de Maria-Fumaça e atiram com pólvora). Corlath tenta agir como se Harry fosse uma convidada de honra, e ela, sem escolha, acaba se entrosando com o povo nômade das montanhas. Corlath só percebe que pode haver um bom motivo para o rapto alguns dias depois, quando ele descobre que Harry também tem magia. E ele decide ir até o fim e inserir a moça totalmente na cultura do povo das montanhas: ela recebe um professor gente boa, aprende a cavalgar sem rédeas nem estribo, aprende a lutar, e mais toda a <em>training-montage</em>.</p>
<p>Só que tudo isso acontece sob a ameaça iminente de uma invasão do povo do norte &#8211; que tem um exército imenso de coisas que não são humanas. Corlath espera que a magia de Harry possa ajudar o povo das montanhas na guerra, já que os colonizadores não acreditam em &#8220;coisas que não são humanas&#8221;; não acreditam em magia; não acreditam que os nortistas sejam tantos e nem que eles consigam cruzar as montanhas; e acham que a guerra entre o povo do norte e o povo das montanhas é uma simples &#8220;briga entre tribos&#8221;. Irritadíssimo com essa atitude, Corlath decide que não vai avisar nenhum colonizador quando o ataque dos nortistas é iminente e aí Harry é obrigada a fazer escolhas que ela não sabe se serão acertadas. Ela se apaixona pela vida nas montanhas e não tem dúvida alguma de que ela prefere ficar ali em vez de voltar à vida entediante de moça-solteira-em-ambiente-vitoriano, mas como deixar os nortistas passarem pelas montanhas e destruírem toda a cidade dos colonizadores?</p>
<p>Harry é uma boa personagem, Corlath também não faz feio, os coadjuvantes são especialmente excelentes &#8211; com destaque para a gata selvagem e o cavalo puro-sangue que acompanham Harry por todo lado &#8211; e a história tem um ritmo legal que manteve meu interesse após as complicadas primeiras 14 páginas. O livro vale muito a pena &#8211; fantasia da melhor qualidade, com aquela pegada anos 80 que é tão legal. E apesar do final dos outros livros da autora ter me desapontado, o final desse não desaponta!</p>
<p>PS para descomplicar a sequência dos livros: A série Damar é complicadinha mas nem tanto: esse é o primeiro livro publicado. Em 84 ela publicou <em>The Hero and the Crown</em>, que se passa <span style="text-decoration: underline;">antes</span> da história desse livro. E na década de 90 ela publicou mais dois livros que acontecem no mesmo mundo mas não têm muita relação com o povo dos dois primeiros livros. Então dá pra dizer que o livro é um <em>standalone </em>e pode ler sem se preocupar com várias sequências.</p>
<p><strong>The Blue Sword (1982) de Robin McKinley. </strong></p>
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		<title>Spindle&#8217;s End &#124; Robin McKinley</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2013 14:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Robin McKinley]]></category>
		<category><![CDATA[fairy-tale-retelling]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora é a vez da adaptação da Bela Adormecida. Ao contrário de Beauty, que segue as cenas do conto original, aqui a autora foi mais ousada. Isso foi benéfico porque os personagens que a autora criou são excelentes e também porque me deu a impressão de estar lendo algo novo; ao contrário do que aconteceu</p>
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<p>Agora é a vez da adaptação da Bela Adormecida. Ao contrário de Beauty, que segue as cenas do conto original, aqui a autora foi mais ousada. Isso foi benéfico porque os personagens que a autora criou são excelentes e também porque me deu a impressão de estar lendo algo novo; ao contrário do que aconteceu com Beauty, em que fiquei com a impressão de que já tinha lido isso antes e por isso meu interesse diminuiu.</p>
<p>O livro começa com a descrição do reino encantado onde se passa a história, em que a magia é tão forte que as pessoas estão acostumadas a que o trigo vire um animal e vice versa, e em que as fadas e os magos precisam estar constantemente em alerta para que a magia não saia de controle. E em seguida conhecemos Katriona, uma garota de quinze anos que mora com sua tia fada, e que é sorteada para participar da cerimônia de nomeação da princesa. Só que uma fada maligna interrompe a cerimônia para anunciar uma maldição (quando crescer, a garota vai picar o dedo no fuso da roca e dormir e depois morrer etc), e Katriona, com um amuleto de proteção que ganhou de um estranho, se vê abraçando a bebê e dizendo que vai ficar tudo bem. Quando Pernicia (a fada má) some dali, a fada da rainha tira Katriona e o bebê da confusão e pede que Katriona leve o bebê embora, para escondê-la, até que os magos do rei consigam encontrar Pernicia e destruí-la.</p>
<p>Rosie, como a princesinha é chamada por Katriona e sua tia, cresce no interior do reino, sem saber da sua ancestralidade e sem usar os dons que recebeu das fadas: o cabelo dourado ela corta curto por não ter paciência com ele, o dom da costura ela nunca usou por não querer ficar trancada em casa com uma agulha, o dom da dança&#8230; bem, ela gosta mesmo é de cuidar dos animais e de ficar no ateliê do ferreiro. Além disso teve que durante a longa viagem de Katriona da capital até o fim de mundo onde ela vive, a princesa, então com três meses de idade, precisava de leite, e os animais selvagens a amamentaram. E agora Rosie consegue falar com os animais.</p>
<p>Os dois primeiros terços do livro são deliciosos: enquanto as fadas esperam o seu vigésimo primeiro aniversário com temor, pois é a data que Pernicia anunciou que a maldição aconteceria, e enquanto o reino passa a utilizar fusos de madeira, Rosie cresce adorável, com uma personalidade forte, uma atitude prática com a vida e um amor pelo ar livre e pelo trabalho honesto. Katriona se casa e tem bebês, Rosie fica melhor amiga de Peony, uma garota também órfã que cresceu com os tios. Peony é tudo o que Rosie não é: bonita, delicada, agradável e afável, mas isso não impede a amizade das duas. Quando Rosie finalmente descobre seu passado e seu destino, Peony não hesita em propor o plano: ela fingirá ser a princesa Briar-Rose, Rosie fingirá ser a sua ama, e então, no dia do aniversário da princesa, as fadas &#8211; auxiliadas pelas fadas e magos do rei &#8211; esperam que Peony seja a afetada pela maldição, que será mais fácil de contra-atacar por estar caindo no alvo errado.</p>
<p>E aí é que a coisa desanda. Depois de ter lido Beauty, cheguei à conclusão que o problema da autora são os finais: aqui ela se confundiu toda, fez uma salada e fica tudo tão longo e chato que quase larguei o livro. Outros leitores não concordaram comigo, tá, então pode ser que você goste. Mas o terço final do livro pra mim quase estragou com a coisa toda. Aquela história do cabelo, e aquele monte de bicho que eu não sabia quem era quem, e aquela escapada bastante confusa do casarão, e por fim o romance final que eu JÁ SABIA, mas sério mesmo que todo livro dela vai ter um quarentão ficando com uma garota com metade da idade dele? Quase toda a parte final. Um saco, nada a ver, sem sentido e ainda por cima meio idiota. Eu gostei da troca entre Rosie e Peony, e do sacrifício final do pássaro, e que a Rosie ficou em Foggy Bottom, mas do resto <i>não</i>.</p>
<p>Uma excelente adaptação que escorrega feio no final (na minha opinião), com personagens ótimos e uma ambientação muito legal, eu recomendo esse livro pra quem gosta de adaptações de contos de fadas, mas com essas ressalvas do final aí.</p>
<p><b>Spindle&#8217;s End (2000) &#8211; </b><b>De Robin McKinley (EUA)</b></p>
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		<title>Beauty &#124; Robin McKinley</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2013 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Robin McKinley]]></category>
		<category><![CDATA[fairy-tale-retelling]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse livro foi um dos pioneiros do gênero &#8220;adaptação de contos de fadas&#8221;. Tanto que a Disney pegou vários elementos do livro para o grande clássico da animação que ganhou até Oscar. Belle é uma bela bonita que tem um pai de quem gosta muito. Ela tem irmãs vaidosas, o pai é mercador, ele vai viajar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: left;">Esse livro foi um dos pioneiros do gênero &#8220;adaptação de contos de fadas&#8221;. Tanto que a Disney pegou vários elementos do livro para o grande clássico da animação que ganhou até Oscar.</div>
<div></div>
<div>Belle é uma bela bonita que tem um pai de quem gosta muito. Ela tem irmãs vaidosas, o pai é mercador, ele vai viajar e fala pras filhas &#8220;me fala o que você quer que eu traga&#8221; e a primeira fala vestidos, a segunda fala joias, mas Belle, que além de bela tem bom coração e não quer fazer o pai gastar dinheiro, pede a ele &#8220;o galho que enroscar no seu chapéu&#8221;.</div>
<div></div>
<div>O pai faz justamente o que a filha pede, mas o galho na verdade é de uma planta mágica no castelo de um monstro. Esse monstro aparece e fala pra ele assim que agora ele é prisioneiro ali e tudo o mais, mas Belle dá um jeito de ir lá e trocar de lugar com o pai. E aí ela se apaixona pelo monstro, quebra uma maldição e ele volta a ser humano rico fim.</div>
<div></div>
<div style="clear: both; text-align: left;">A história que a McKinley conta é muito baseada no conto tradicional francês A Bela e a Fera, mas, como depois ficou comum nas adaptações, ela delineia muito melhor os personagens secundários e suas motivações: o pai de &#8220;Bela&#8221; e suas irmãs, assim como a viagem ao castelo da &#8220;Fera&#8221;, são muito bem desenhados, e as diferenças com o conto são para o melhor. O apelido da &#8220;Bela&#8221;, a razão para os pedidos das irmãs, a rosa, a primeira aparição da Fera, tudo é apresentado de forma inteligente e bem amarrada.</div>
<div></div>
<p>Mas a coisa de que eu mais gostei foram os protagonistas: Beauty, nem um pouco bonita mas dona de uma personalidade forte, muita coragem e um amor pela leitura (ó a Disney copiona aí), e a Fera, um monstro gentil, inteligente e educado que vive em um castelo encantado. O desenvolvimento do romance dos dois é a melhor e &#8211; ainda bem &#8211; mais longa parte do livro.</p>
<p>Mas aí tem o final, que não é dos melhores. Tudo fica mal explicado e apressado, a maldição fica sem muito sentido e não dá pra entender muito bem o que teve. Apesar disso, o livro é muito bom. Porém se você, como eu, cresceu assistindo o filme da Disney e ouvindo o conto original antes de dormir, a história não tem muitas surpresas.</p>
<p><b>Beauty (1978) </b><b>De Robin McKinley </b></p>
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