Murder on the Ballarat Train | Kerry Greenwood

Austrália, década de 1920. A Honorável Phryne Fisher e sua acompanhante Dot Williams estão no trem que vai para Ballarat, indo visitar uns parentes de Phryne.

No meio da viagem, durante a noite, Phryne acorda com o cheiro de clorofórmio e, com reflexos rápidos, dá um tiro na janela. Ela descobre que alguém colocou clorofórmio no tubo de ventilação do vagão de primeira classe, e os outros passageiros estão todos desmaiados. Depois que ela puxa o freio de emergência, os funcionários da ferrovia vêm ajudar as pessoas. Tem uma mãe com três crianças, um casal com uma grávida, Phryne e Dot e uma moça acompanhando uma idosa.

Só que a idosa sumiu. A moça está completamente desmaiada, com o rosto queimado pelo clorofórmio, e a janela da cabine aberta.

Quando param para se recuperar na próxima cidade, funcionários da ferrovia encontram a idosa. Ela havia sido assassinada com uma pancada na cabeça e alguém tinha pisado nela. Quando a moça acorda, revela que a idosa era a mãe dela, e contrata Phryne para descobrir quem foi o assassino.

Além disso, a polícia também traz para Phryne uma criança abandonada que encontraram no trem. A menina parece pobre e educada, mas não se lembra de seu nome nem de como foi parar no trem. Phryne decide chamar a menina de Jane e fazer o possível para descobrir o que aconteceu.

Os romances policiais da Phryne são uma delícia de se ler. A praticidade e o dinheiro infinito dela, e a sensatez de Dot, e a coragem dos irregulares taxistas Cec and Bert: impossível largar o livro e impossível não gostar.

Murder on the Ballarat Train (1991). Phryne Fisher livro 3

Renata

Nas horas vagas eu jogo RPG e faço meus desenhos. Quando dá, eu leio. Se eu conseguir fazer pelo menos uma pessoa ficar feliz com os livros como eu fico já estou mais do que satisfeita com essa vida.

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