Junho 9, 2026
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Miss Fisher está cansada da vida caseira e decide tirar férias. Ela aceita o pedido de uma administradora de navios de cruzeiro de investigar roubos extraordinários que andam acontecendo a bordo do SS Hinemoa. Ela pega sua funcionária e assistente Dot, arranja umas joias falsas bastante críveis, e vai viajar pra Nova Zelândia.

Como sempre, a autora nos presenteia com uma pesquisa histórica considerável. Ficamos conhecendo tudo sobre o barco, e também diversos personagens de primeira classe. O livro se passa em 1928, e obviamente a memória de todos no barco é do Titanic, que afundou em 1912. Enquanto Dot faz amizade com membros da tripulação, muitos deles maori, Phryne interage com o pessoal rico.

Ela anda por aí usando suas joias e fala bastante disso, tentando trazer o assunto dos roubos. A maioria dos passageiros de primeira classe estava em quase todas as viagens em que os roubos aconteceram, e quase todas as vítimas estavam na mesma suíte, onde Phrye está. Alguém tenta roubar Phryne várias vezes sem sucesso. O grupo visita uma aldeia maori na Nova Zelândia. Um casal briga no barco. E no dia da festa à fantasia, um assassinato é cometido.

Ainda sem saber como as joias foram roubadas ou quem está por trás dos roubos, Phryne começa a investigar o assassinato. Um gato, a banda, e o próprio Titanic, são os elementos que a ajudam a resolver o caso.

Eu gostei do livro porque cruzeiros são legais, adoro os maoris e Phryne me diverte. Mas a trama policial é ruim de doer. A resolução dos roubos é esdrúxula e a ligação com o Titanic é só pouco crível. É uma pena que um livro tão agradável tenha terminado de forma tão xoxa.

Phryne Fisher Livro 15

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