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	<title>Diana Pharaoh Francis Archives - A Devoradora de Livros</title>
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		<title>The Black Ship &#124; Diana Pharaoh Francis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diana Pharaoh Francis]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa continuação de The Cipher, os personagens são outros. O principal deles é Thorn, um piloto de navio que é raptado para servir num barco ilegal. Mas antes, um pouco de ambientação. Crosspointe é um próspero reino que vive do comércio marítimo. Fica numa ilha rodeada por um mar hostil que possui, entre outras coisas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa continuação de The Cipher, os personagens são outros. O principal deles é Thorn, um piloto de navio que é raptado para servir num barco ilegal.<br />
Mas antes, um pouco de ambientação.</p>
<p>Crosspointe é um próspero reino que vive do comércio marítimo. Fica numa ilha rodeada por um mar hostil que possui, entre outras coisas, correntes mágicas que transformam o que tocam em monstros, barreiras de coral que se levantam de repente, furando os cascos dos navios e monstros imensos que abrem a bocarra para beber água e causam redemoinhos colossais. Isso sem falar nas tempestades e outras coisas comuns no mar.</p>
<p>Então nenhum dos reinos em volta de Crosspointe consegue navegar por esse mar assassino, fazendo com que o comércio seja exclusividade da ilha, que tem duas coisas a seu favor: as bússolas mágicas e os pilotos.</p>
<p>As bússolas mágicas são enormes artefatos que são colocados no navio e possibilitam ao piloto a previsão dos mares. E os pilotos são pessoas especiais que conseguem ler a bússola e sentir o que vai acontecer no oceano à sua volta. Não se navega sem uma bússola e um piloto, e pilotos só nascem em Crosspointe e bússolas só são produzidas pelos magos do rei de Crosspointe.</p>
<p>Isso faz com que os pilotos formem um grupo arrogante e orgulhoso que se reúne uma vez por ano para discutir assuntos da atualidade e receber as ordens de quem vai servir em qual navio.<br />
Sylbrac é um desses pilotos, mas ele não tem a mesma arrogância dos outros: ele já foi menino de rua e marinheiro, e sabe que se um navio sem piloto não navega, um navio sem uma boa tripulação não está muito melhor. Ele despreza e hostiliza seus colegas pilotos pois acha que todos são uns almofadinhas irritantes. Só que ele não tem muito bom senso e bate de frente com o pessoal que manda na coisa toda.<br />
E o pessoal que manda na coisa toda &#8220;vende&#8221; Sylbrac para os <i>crimpers</i>, os sequestradores escravocratas. Sylbrac é raptado por um grupo de homens e levado ao outro lado da ilha. No caminho, ele descobre que os seus raptores são marinheiros de excelente qualidade, que o estão levando a um <i>black ship</i>, navio ilegal, e que a responsável pelo navio é uma feiticeira de imenso poder que diz a ele que ele vai embarcar de qualquer forma, mas ela gostaria que Sylbrac servisse lealmente pois a missão que ela queria que ele cumprisse tinha a ver com a morte do irmão dele, alguns meses antes.</p>
<p>Sylbrac, ansioso por saber onde a morte do seu irmão querido se encaixava naquilo tudo, revoltado contra os pilotos que o traíram, louco para voltar para o mar e confiante na capacidade dos seus raptores marinheiros, decide mudar de nome e recomeçar sua vida como Thorn a bordo do <i>Eidolon.</i><br />
<i><br />
</i><br />
Só aí que a parada começa, já que o <i>Eidolon </i>está longe de ser um navio muito pacífico: o capitão é louco, os marinheiros são desesperados que não têm mais para onde ir, os marinheiros superiores (o contra-mestre, o imediato e dois outros) &#8211; os mesmos que raptaram Thorn &#8211; são chamados de <i>charmers </i>e odiados por todos e Thorn imediatamente causa o ódio de todos ao levar um gato para o navio e assoviar a bordo (dois sinais de extrema má sorte).</p>
<p>E mesmo quando Thorn aos poucos vai ganhando a confiança do capitão e da tripulação, o mar não está fácil e tanto Thorn quanto o capitão Plusby chegam às pouco relaxantes conclusões de que 1) o navio está carregando bússolas ilegais que podem cair nas mãos dos inimigos de Crosspointe e 2) há um sabotador a bordo que furou os barris de água e colocou um amuleto da morte em Thorn.</p>
<p>O livro não tem um segundo de folga. Cada vez que você acha que os personagens vão ter um momento de paz, surge algum perigo marítimo, ou Thorn desmaia por causa do amuleto da morte e o navio fica sem piloto e quase afunda. E tem também os Jutras, horrendos inimigos de Crosspointe, que costumam matar os capturados num altar de sangue à la Indiana Jones e o Templo da Perdição só que pior. São esses Jutras que começam a perseguir o <i>Eidolon</i> cada vez que ele tenta buscar um local seguro para aportar.</p>
<p>O meu problema foi só com a linguagem. Porque vamos combinar que, por melhor que seja meu inglês, misturar termos náuticos com os bichos fantásticos que a autora inventa é demais pra minha cabecinha. Chegou uma hora que eu passei a classificar as coisas assim: isso tem a ver com o navio, isso é algum monstro, isso é alguma coisa a ver com magia, etc.<br />
Não chegou a prejudicar meu entendimento da história, mas eu não conseguia visualizar a ação assim tão bem.</p>
<p>De qualquer forma, Thorn é um excelente personagem: sarcástico, corajoso e muito do desencanado (além de ter um gatinho!), consegue gerar simpatia a partir da primeira cena. A trama, que de início parece nada ter a ver com o primeiro livro, aos poucos vai ficando mais complexa, até que uma aparição de Lucy Trenton liga todas as pontas e prepara o leitor para o final épico da trilogia.</p>
<p>Piratas, magia, navios e ambientação do século XVIII; personagens inteligentes; ação bem construída.<br />
Esse livro é, como dizem na Amazon, um <i>page- flipper</i>. Se você gosta do gênero, não tem como se desapontar.</p>
<p>The Black Ship (2008) de Diana Pharaoh Francis | Crosspointe Chronicles livro 2</p>
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		<title>Path of Fate &#124; Diana Pharaoh Francis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 15:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diana Pharaoh Francis]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse é o primeiro de uma trilogia que conta a história de Reisil, uma moça órfã que está feliz em poder retribuir a aldeia onde foi criada sendo a médica do povoado &#8211; ou o que eles chamam de Tark.  E aí de repente é escolhida por um dos animais mágicos da deusa, um falcão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div><span style="font-family: inherit;">Esse é o primeiro de uma trilogia que conta a história de Reisil, uma moça órfã que está feliz em poder retribuir a aldeia onde foi criada sendo a médica do povoado &#8211; ou o que eles chamam de Tark. </span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: inherit;">E aí de repente é escolhida por um dos animais mágicos da deusa, um falcão <i>ahalad-kaaslane</i> (acho que é assim que escreve), que tem um link telepático com ela e faz com que ela seja uma das mais poderosas entidades da deusa no mundo físico. </span><span style="font-family: inherit;">Só que Reisil não quer ser uma <i>ahald</i> sei lá como escreve, ela quer continuar sendo uma Tark e cuidar das pessoas da aldeia, então ela recusa a proposta do falcão. </span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: inherit;">Enquanto isso, a guerra entre a terra dela e o reino vizinho chega a uma trégua, e um dos duques do reino vizinho vai passar pela aldeia de Reisil para chegar até a capital e assinar o tratado de paz. </span></div>
<div><span style="font-family: inherit;"> </span></div>
<div><span style="font-family: inherit;">Quando a filha do duque é sequestrada, Reisil decide finalmente aceitar a dádiva da deusa e ajudar o grupo de busca, já que nenhum outro <i>ahaldkas</i> enfim tem um animal que voa. </span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: inherit;">Se estiver confuso é porque eu não estou com as idéias muito no lugar hoje. Enfim, Reisil sai em busca da nobre sequestrada, junto com outros três <i>ahaalad-kaslanees</i> ou sei lá como escreve e mais um mago, e mais o irmão da moça e mais um outro cara, e no caminho vai descobrir não só que ela é mais poderosa do que imagina mas também que pessoas em que ela confiava podem estar por trás da trama de sequestro.</span></div>
<div><span style="font-family: inherit;"> </span></div>
<div><span style="font-family: inherit;">Não é que eu não tenha gostado do livro. Eu gostei. Mas eu me irritei um pouco com essa pegada de &#8220;moça independente num cenário medieval fantástico de repente descobre que é mais poderosa do que qualquer outro ser nesse universo e agora tem que lidar com isso&#8221;. </span></div>
<div><span style="font-family: inherit;"> </span></div>
<div><span style="font-family: inherit;">Ou talvez eu esteja cansando de fantasias medievais.   <i><br />
</i></span></div>
<p><span style="font-family: inherit;">Sei lá. </span><br />
<span style="font-family: inherit;"><br />
</span><span style="font-family: inherit;">Eu li o livro de uma tacada só, ele é muito divertido. Só não é memorável. </span></p>
<p><b><span style="font-family: inherit;">Path of Fate (2003) </span></b><b><span style="font-family: inherit;">De Diana Pharaoh Francis</span></b><br />
<span style="font-family: inherit;"><b>Série Path Livro 1 </b></span></p>
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		<title>The Cipher &#124; Diana Pharaoh Francis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 19:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diana Pharaoh Francis]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lucy Trenton é agente alfandegária na cidade portuária de Crosspointe. Além de ser uma profissional muito competente, ela também é membro da família real, os Ramplings, que, apesar te terem um enorme grupo de opositores, estão no poder desde a fundação da cidade. Só que Lucy tem um segredo ruim e outro pior. O ruim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lucy Trenton é agente alfandegária na cidade portuária de Crosspointe.</p>
<p>Além de ser uma profissional muito competente, ela também é membro da família real, os Ramplings, que, apesar te terem um enorme grupo de opositores, estão no poder desde a fundação da cidade.</p>
<p>Só que Lucy tem um segredo ruim e outro pior.<br />
O ruim é que ela é capaz de sentir a magia: ela identifica onde está e quão poderosa é, apesar de não conseguir ver para que serve.<br />
O pior é que ela coleciona <em>ciphers</em> &#8211; artefatos criados por um poderoso mago artífice para destruir seus inimigos. Eles vêm em diversas formas, mas quando pegam alguém, nunca mais saem até que o indivíduo sofra uma morte terrível. Todo cipher encontrado tem, por lei, que ser entregue aos magos. Infelizmente Lucy não consegue evitar: toda vez que encontra um, ela pega e guarda.</p>
<p>Agora alguém descobriu seu segredo e a está chantageando &#8211; ou ela faz o que o cara está pedindo, ou ele vai divulgar toda a história dela nos jornais, arruinando não só a ela mas também toda a família real, cuja popularidade já não vai muito bem.</p>
<p>Só pra ajudar, logo Lucy é pega por um cipher e agora tem certeza que é só uma questão de tempo até que ela seja consumida pelo artefato.</p>
<p>Então, além de ter de lidar com o chantageador, ela tem que achar um jeito de se livrar dos ciphers que ela tem escondido. E, claro, precisa tentar evitar morrer para o cipher que está instalado nela. Como se não bastasse, ela também descobre uma conspiração contra a família real e um plano de invasão dos inimigos Jutras.</p>
<p>No meio disso tudo, um atraente capitão de navio sem nenhum escrúpulos parece muito interessado nela. Ou ele pode estar é querendo levar vantagem dos privilégios de acesso que ela tem como fiscal da alfândega. Lucy tem certeza de que ela vai morrer logo por causa do cipher, então decide ignorar seus avisos de bom senso e vai lá se envolver com um cara em que obviamente não pode confiar.</p>
<p>Ou será que pode?</p>
<p>O que eu achei mais legal nesse livro foi a protagonista, que tem uma mania bastante familiar de ser grossa com todo mundo. Além disso, adorei a ambientação de fantasia nas navegações criado pela autora: o mundo de Crosspointe parece uma Inglaterra do século XVIII com a magia fazendo parte da vida cotidiana.</p>
<p>Os personagens são bem construídos, a história envolvente e o ambiente fantástico muito bem imaginado. Um livro muito divertido, bem escrito e emocionante. Recomendo!</p>
<p><strong>The Cipher (2014) de Diana Pharaoh Francis. Crosspointe Chronicles, Book 1</strong></p>
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