Em A Ilha Negra, Tintim está passeando pelo campo quando vê um avião pousado, sem número de registro. Quando ele vai ver o que rolou, toma um tiro. No hospital, ele ouve que um avião sem registro caiu ali perto. Quase recuperado, ele vai investigar os destroços e encontra um bilhete rasgado com uma série de informações crípticas.
Esse é o início de um dos melhores livros de Tintim, onde ele tromba sem querer com uma gangue de falsificadores de notas. Ao decidir ir atrás dos criminosos, ele pula em trem em movimento, cai de avião, leva tiro, ser atacado por gorila, cair de escadarias de torres medievais. Sempre aventureiro.
Milu também protagoniza altas peripécias, atrás de ossos enterrados, uma cabra maligna, e até mesmo uísque.
A ambientação final é maravilhosa: uma ilha na Escócia com um castelo abandonado, com um monstro que aterroriza a região, e de onde nunca ninguém volta. Os habitantes locais chamam o lugar de A Ilha Negra.
Excelente.
L’île noire (1943) de Hergé | Aventuras de Tintim #7

