Pollyanna | Eleanor H. Porter

Pollyanna tem onze anos e precisa ir morar com sua Tia Polly após ficar órfã. Tia Polly não faz questão nenhuma de agradar a sobrinha, que é filha da sua irmã pobre. Assim que Pollyanna chega, ela a envia para morar no sótão do casarão, e prontamente se esquece da sua existência.

Mas Pollyanna é uma menina especial não só por sua disposição alegre e amigável, como também pelo ‘jogo’ que ela costumava jogar com seu pai, um pobre missionário. Este é o Jogo do Contente, que consiste em encontrar alguma coisa em qualquer situação que faça a pessoa ficar feliz com o que tem. Eles começaram a jogar quando receberam um par de muletas numa caixa de doação: seu pai disse a Pollyanna que deveria ficar contente por não precisar delas.

Pollyanna passa o seu tempo tentando fazer novos amigos. Ela logo explica seu jogo para Nancy, a criada da sua tia, e depois para o médico da aldeia Dr Chilton. Ela também consegue alegrar a inválida Sra. Snow quando mostra que os prismas pendurados no teto podem criar belas cores, e o solteirão mal humorado John Pendleton mal consegue evitar de também ficar amigo da garota e aprender o Jogo do Contente.

A única que não parece sequer saber da existência do jogo é a tia Polly, que não faz ideia da popularidade da sobrinha. Tudo isso muda quando Pollyanna cai de uma árvore e quebra as duas pernas, ficando sem andar.

Esse é um dos livros que eu li bastante quando criança, porque eu tinha muita paciência com a alegria da Pollyanna (o que desapareceu por completo durante minha adolescência, óbvio). No final eu achei um pouco chato que ela voltou a andar porque poxa tem um monte de gente aí que não anda e é contente, não é o fim do mundo, como ela mesma mostrou pra Sra. Snow. Mas acho que um livro infantil desse sem final totalmente feliz seria meio pesado.

Pollyanna (1913)

Renata

Nas horas vagas eu jogo RPG e faço meus desenhos. Quando dá, eu leio. Se eu conseguir fazer pelo menos uma pessoa ficar feliz com os livros como eu fico já estou mais do que satisfeita com essa vida.

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