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	<title>thriller Archives - A Devoradora de Livros</title>
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	<description>Diário de leituras</description>
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	<title>thriller Archives - A Devoradora de Livros</title>
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		<title>Dinheiro Sujo &#124; Lee Child</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 01:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lee Child]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Reacher]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talk about a piece of media that you recommend. Primeiro preciso contar como que eu cheguei nesse livro. 1) Eu pedi pros meus alunos apresentarem por dois minutos sobre algum filme ou série ou game que eles quisessem recomendar. Eles tinham passado o curso todo falando de coisas técnicas então se divertiram com a tarefa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Talk about a piece of media that you recommend.</em></h4>
<p>Primeiro preciso contar como que eu cheguei nesse livro. 1) Eu pedi pros meus alunos apresentarem por dois minutos sobre algum filme ou série ou game que eles quisessem recomendar. Eles tinham passado o curso todo falando de coisas técnicas então se divertiram com a tarefa. 2) Entre os esperados animes e games, alguns falaram de cinema ou séries. Teve até uma garota que falou de uma série musical do Disney Channel sobre uma menina que se apaixona por um zumbi (!). E um dos alunos recomendou a série <em>Reacher</em>, que, segundo ele, era uma série para homens de verdade. Ele disse &#8216;<em>real men</em>&#8216; mesmo, sem ironia, porque era uma série violenta, &#8216;<em>no-nonsense&#8217;</em>, que o protagonista é um ex-soldado que ai por aí sem casa nem documento matando homens malvados pra salvar pessoas.</p>
<p>3) Eu fui olhar a série, porque acho divertido ver o que os homens acham que é feito pra eles, e achei a primeira temporada o esperado. Bastante ação gráfica, um pouco de humor, um protagonista que não demonstra emoções (praticamente autista, na verdade), e uma gostosete pra ele se envolver. Reacher é inteligente, sagaz e cheio de deduções, mas ele também é um monstro de quase dois metros e músculos enormes que esmaga a cara das pessoas. O roteiro é cheio de furos, mas os coadjuvantes são ótimos, o ritmo é excelente, e a série é mais uma daquelas que é só sentar e se divertir. Masculinidade daquelas de macho alfa, que não se envolve, protege a mulher, tem código próprio e detesta covardes.</p>
<p>4) Portanto fui ler o primeiro livro do autor, que foi justamente o utilizado como base para a primeira temporada da série. A série fez um trabalho bem decente de adaptação e merece texto separado.</p>
<p>A primeira coisa que me surpreendeu foi que o livro é narrado em primeira pessoa. Eu sempre acho interessante ler thriller em primeira pessoa. Tem vários parágrafos do Reacher analisando a trajetória da bala antes dele explodir a cabeça de alguém? Sim. Tem ele pensando nos peitos da policial? Tem também. Mas é refrescante.</p>
<p>Segunda coisa boa é que o livro é do final dos anos 90, e é sempre legar ler thriller que se passa nessa época tecnológica. Nada de celular o tempo todo. Quase não tem internet. Sair por aí com dinheiro no bolso é normal, só quem é muito rico que usa cartão de crédito. Ser um nômade sem residência fixa é muito estranho, mas mais factível do que hoje. Como que você vai ser um investigador em 2025 se não tem nem um celular pra ver as coisas? A série lida com isso apenas ignorando essa parte, mas o livro ainda está em 97. As pessoas usam fax e xerox. É bem divertido.</p>
<p>Jack Reacher está perambulando pelos Estados Unidos depois de sair do exército. Ele passou a vida em várias bases pelo mundo e decidiu conhecer A América. Numa bela manhã de sexta feira, ele chega numa cidadezinha no meio do nada, Margrave &#8211; Georgia. E cinco minutos depois que senta pra tomar um café, é preso por assassinato. O acusador é ninguém menos que o chefe de polícia, que diz que viu ele passando pela cena do crime.</p>
<p>O detetive Finlay, um incongruente negro de meia idade vindo de Boston, é super competente, e portanto tende a aceitar a inocência de Reacher. Já a policial Roscoe acha que ele tem &#8216;<em>kind eyes&#8217;</em> e também não aceita que ele tenha atirado num cara no meio de um galpão vazio, depois recolhido as balas pra não deixar rastros, depois limpado o corpo de vestígios que o possam identificar, depois voltado perto do corpo pra chutar o cara um milhão de vezes, depois deixar o corpo meio coberto por um papelão velho, depois ir pra cidade tomar café da manhã.</p>
<p>Mesmo com Finlay e Roscoe achando que Reacher é inocente, o chefe de polícia diz que viu ele na cena do crime e pronto. E a empresa de ônibus, que poderia provar que Reacher estava dentro do ônibus vindo pra Margrave em vez de no meio do galpão atirando em pessoas, só vai poder responder isso na segunda feira. Então Reacher vai ter que passar o fim de semana na cadeia estadual. Nada sério, celas para quem ainda não foi julgado, etc.</p>
<p>Esse é um excelente começo pra um livro ágil que acertou em cheio no protagonista. A história tem as reviravoltas necessárias com um pano de fundo fascinante, o romance obrigatório não atrapalha e a leitura acabou sem eu nem perceber. Eu não diria que ele é um livro pra homens de verdade (mesmo porque redpill nem lê ficção). Mas achei interessante que nos anos 90 na literatura não precisava de muita conversinha: o cara olha pra mina, ela quer de volta, eles vão pra casa dela transar. Tudo tranquilo, com respeito. Ele fica gostando dela, e chora quando vai embora. Homem de verdade chora quando larga a moça? Reacher tem algumas dúvidas de vez em quando. Deveria ter matado essas pessoas? Não dura muito e ele logo decide que sim, deveria ter matado sim.</p>
<p>O prólogo do autor na edição que eu achei, escrito muitos anos depois da publicação, comenta que ele escreveu Reacher para ser perfeito sem defeitos e sempre ganhar, porque é o tipo de protagonista que o próprio autor gosta de ler. Ele usa o termo <em>vicarious </em>pra falar sobre como ele gosta de ver os bandidos sofrerem, os políticos corruptos sendo presos, criminosos se dando mal, e que ele, como leitor, se sente melhor vendo o protagonista fazendo isso. <em>Vicarious</em> significa &#8216;algo experimentado na imaginação através dos sentimentos ou ações de outra pessoa&#8217;. Que nem quando a mãe fica feliz que a filha virou médica porque a própria mãe sempre quis ser médica. A gente quer punição para os milionários que estão poluindo rios e lavando dinheiro de droga. Reacher faz isso pra gente, e a gente se sente melhor.</p>
<p>Me diverti muito com essa <em>vicarious satisfaction</em> ou sei lá como poderia ser o termo. Jack Reacher é um Jason Bourne mais mentalmente estável. Certamente vou atrás dos outros livros da série.</p>
<p><strong>Killing Floor (1997) de Lee Child (James Dover Grant, UK) Série Jack Reacher Livro 1</strong></p>
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		<title>Ainda Não Morri &#124; Holly Jackson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 16:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Holly Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jet levou uma pancada na cabeça e tem só mais uma semana de vida. Ela decide usar esse tempo para descobrir seu próprio assassinato. Essa premissa precisa de um pouco de flexibilidade imaginativa. Toda a conversa técnica médica não foi o suficiente para me convencer. No entanto, partindo da ideia de que ela tem uma</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jet levou uma pancada na cabeça e tem só mais uma semana de vida. Ela decide usar esse tempo para descobrir seu próprio assassinato. Essa premissa precisa de um pouco de flexibilidade imaginativa. Toda a conversa técnica médica não foi o suficiente para me convencer. No entanto, partindo da ideia de que ela tem uma semana só de vida e pronto, a primeira metade do livro vai indo bem.</p>
<p>Jet tem vinte e sete anos, por aí, e se sente uma fracassada porque nunca terminou nada que começou. Ela largou a faculdade e não terminou seu estágio na empresa da cidade grande. Daí voltou pra casa pra morar com os pais enquanto decide o que vai fazer da vida. &#8220;Ela tem todo o tempo do mundo&#8221;.</p>
<p>Todos os personagens da história são apresentados nas primeiras páginas, quando Jet está perambulando pela festa de Halloween que a família dela organizou. A primeira coisa que eu pensei foi &#8220;no final o assassino vai ser uma dessas pessoas e eu vou ficar tipo quem é esse?&#8221; porque é muita gente aparecendo e o livro não explica muito bem quem é quem. Aí a Jet chega em casa depois da festa, leva a pancada na cabeça, e o livro começa.</p>
<p>A médica explica os bagulho lá, e é só inverossímil, mas o ponto nem é esse: o ponto é que a Jet já começa a ser difícil pra mim. O traço de personalidade dela é que ela não quer estar ali. Ela se irrita com tudo que a família dela faz, ela não parece gostar da cidadezinha, ela não tem amigos. Ela é só uma adolescente mimada que só reclama; mas era pra personagem ter quase trinta anos. Quando ela recebe a notícia de que tem só uma semana de vida, ela decide que &#8220;vai terminar alguma coisa uma vez na vida&#8221; e decide ir atrás de descobrir quem golpeou a cabeça dela e tal.</p>
<p>A mãe dela é uma narcisista difícil demais, enquanto o pai é um molenga, e o irmão mais velho é um grosso, e a cunhada é uma falsa. Até aí, tudo bem. Mas vejam. A família da protagonista são todos uns malas. A protagonista é uma chata. A polícia é incompetente. Então a gente tá fazendo o que aqui mesmo?</p>
<p>Felizmente pra Jet, ela tem um capacho. Billy é claramente apaixonado por ela desde criancinha, ela finge que não percebe, e quando ela briga com a família e sai de casa pra descobrir seu assassinato, ela simplesmente chega de mala na casa do Billy e pede pra ele ajudar ela. Então enquanto a Jet vai perdendo o uso dos membros porque afinal está com um coágulo no cérebro, ela tema sorte de ter um infeliz que faz tudo o que ela manda sem questionar. Ele leva ela nos lugares, ajuda ela a invadir propriedade privada, destruir coisas, invadir cena do crime, enfim, qualquer coisa que ela peça; e quando ela não consegue fazer as coisas fisicamente, ele vai lá e carrega ela pros lugares.</p>
<h4>O grande spoiler</h4>
<p>Então vamos lá. A Jet não descobre quem matou ela. Mas felizmente ela descobre algo <em>muito mais importante</em>: ela descobre <em>como viver</em>. A última semana de vida dela andando pra lá e pra cá com o Billy fez ela perceber que estava se apaixonando por ele e que a vida é muito mais do que só correria; no fim das contas ele fez ela se sentir viva <em>pela primeira vez na vida</em>.</p>
<p>Então a Jet é aquela protagonista de comédia romântica que vai pra cidade grande mas é tudo muito estressante e daí ela volta pra cidadezinha de onde ela veio e reconecta com um amor de infância e descobre como viver de verdade. Esse clichê já me irritaria mais do que qualquer outra coisa mas além disso <em>ela não descobre seu próprio assassino</em>. Ela falha na sua missão! E o livro meio que deixa isso ser pouco importante porque ela aprendeu a viver? Ah, pelo amor viu.</p>
<p>O traço de personalidade da Jet é que ela precisa descobrir seu próprio assassino. E ela não consegue! Quem descobre tudo é o Billy, ok que com as coisas que eles descobriram juntos, mas mesmo assim a autora não dá essa pra Jet. Coitada, mano. Enquanto isso o Billy que é um molenga pior que o pai da Jet vai confrontar o assassino do jeito mais idiota possível e fica pensando &#8220;preciso fazer isso pela Jet porque a Jet era uma mulher forte&#8221;. Tão forte que com quase trinta anos tem os mesmos traumas da adolescência que nunca foram resolvidos e não consegue fazer nada da vida porque é uma rica inútil. Ainda bem que ela &#8220;aprendeu a viver&#8221; com o Billy e pôde ter uma única semana vivendo de verdade, né. Ufa.</p>
<h4>A maravilhosa família de Jet</h4>
<p>A família toda da Jet é um bando de psicopatas. Era uma vez que a Jet tinha uma irmã mais velha, que morreu num acidente tenebroso aos dezesseis anos. Jet estava sendo campeã do campeonato de soletragem na escola aos dez anos, enquanto que Luke, o irmão do meio, aos treze anos, estava jogando bola no vizinho.</p>
<p>Durante a investigação do próprio assassinato, Jet descobre que foi o <em>irmão</em> que matou a irmã mais velha. Luke, aos treze anos, AFOGOU a irmã de dezesseis na piscina de casa, por causa de uma briga. Depois disso, Luke saiu vivendo por aí como se nada tivesse acontecido, como se de fato tivesse sido um acidente, e aparentemente zero culpa.</p>
<p>Além disso, Jet descobre que a cunhada, esposa de Luke, está <em>envenenando</em> o pai deles, substituindo as cápsulas de remédio do velho pra ele piorar de saúde e se aposentar, deixando a construtora da família pro Luke. Depois, Jet descobre que Luke <em>não é filho </em>do pai deles; a mãe teve um caso de anos e anos com um vizinho e Luke é filho desse cara. Esse mesmo vizinho <em>viu</em> Luke afogando a irmã mais velha e preparou toda uma história de acidente com álibi para o filho. Como se não bastasse, Luke está falsificando os registros da empresa da família pra poder pagar menos imposto; está coagindo funcionários a trabalharem sem registro; quando um dos funcionários sofre um acidente de trabalho e <em>perde a visão de um dos olhos</em>, o plano de saúde da empresa não cobre os custos já que o cara tava trabalhando por fora; o Luke então vai na casa do cara e <em>espanca o funcionário cego de um olho </em>pra ele não contar pra ninguém que ele perdeu a visão num acidente da obra. Quando o Luke vê a Jet invadindo a construtora de noite pra tentar descobrir coisas, ele resolve que a melhor coisa se fazer é <em>colocar fogo no prédio</em> pra apagar os rastros. Felizmente Billy e Jet conseguem escapar do fogo; Jet descobre que Luke não pode ter sido quem bateu na cabeça dela porque ele estava espancando o funcionário no mesmo horário, álibi comprovado. Jet também descobre que a mãe dela fez uma garota ser demitida de um emprego que precisava e daí a menina se suicidou.</p>
<h4>O assassino, finalmente</h4>
<p>Daí que a gente quer saber finalmente quem é o tal assassino. E aí o Billy que descobre, com as pistas que a Jet descobriu, e vai confrontar o cara. E era pra ser surpreendente &#8211; e no caso, me surpreendeu sim, mas pela idiotice.</p>
<p>Lembra do amante da mãe de Jet, o pai verdadeiro do Luke? Ele descobre que o pai (de Jet) vai vender a construtora para dividir o valor entre &#8216;os dois filhos&#8217; (Jet e Luke) em vez de deixar tudo pro Luke. E o cara decide matar a Jet para que a construtora fique com o Luke.</p>
<p>Esse cara é ninguém mais ninguém menos que <em>o pai do Billy</em>. O policial da cidade. Vizinho de Jet a vida toda. E que eu não sabia quem era porque nunca consegui saber quem era quem no livro. As únicas pessoas que eu identifiquei foram a família de Jet &#8211; a mãe doidona, o pai apático, a cunhada e o irmão assassinos, só gente fácil de lembrar.</p>
<p>Tem toda uma outra história que a mãe do Billy abandonou a família porque achava que o pai do Billy, marido dela, tinha simplesmente tido um caso com a irmã de Jet de dezesseis anos e tinha <em>afogado a garota para encobrir o caso</em>. E essa mãe do Billy ainda ficou anos e anos casada com esse psicopata e só largou dele anos depois &#8211; péra, largou, não. Ela foi embora sem dizer nada, deixando o próprio filho pra trás, morando com um cara que ela tinha certeza ser um assassino.</p>
<p>Daí que o Billy no final do livro confronta o pai, coloca o Luke pra ouvir tudo e leva uma arma também, pra deixar tudo mais fácil. O pai confessa mas diz que nunca vai ser preso porque a confissão não vale de nada, o Luke pega a arma que o Billy convenientemente levou pro lugar, e mata o pai deles.</p>
<p>Billy pisca e respira e pensa que precisa continuar vivendo. Fim.</p>
<h4>Claramente não sou o público alvo</h4>
<p>O começo do livro é confuso porque não dá pra saber quem é quem. O meio do livro é interessante: Jet estar morrendo e precisar descobrir o próprio assassinato! Isso é bem construído e deixa a leitura ágil. No entanto, o final do livro é só um empilhado da Jet descobrindo as maiores atrocidades da família dela. Daí ela vai lá e morre, triste por não querer morrer mas conformada porque aprendeu a viver. Como eu já sabia que ela ia morrer desde o começo e o livro não deu muito espaço pra eu saber quem era essa mulher, além de uma adolescente traumatizada, eu não fiquei muito chateada quando ela morreu não. Era só parte do livro, com a frustração extra de que ela não conseguiu resolver o caso.</p>
<p>E aí quando o caso é resolvido para o leitor, é só muito insatisfatório porque não faz sentido nenhum. Metade do drama-revelação já foi jogado fora porque sabemos que o Luke é um assassino. E aí o assassinato da Jet não tem nada a ver com o assassinato da irmã dela. Me lembrou aqueles livros de detetive que <em>todo mundo tem algo a esconder</em> mas no caso como todo mundo é da mesma família a coisa fica só inverossímil.</p>
<p>Achei o livro fácil de ler, queria muito saber o final, mas a construção do mistério foi mal feita. Uma pena.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Supremacia Bourne &#124; Robert Ludlum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 21:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Robert Ludlum]]></category>
		<category><![CDATA[espionagem]]></category>
		<category><![CDATA[The Bourne Trilogy]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Supremacia Bourne de Robert Ludlum é um livro de ação e espionagem. Nele, seguimos Jason Bourne numa missão na Ásia. David Webb está pacificamente ensinando em uma universidade após os eventos do primeiro livro. Ele começa a perceber que está sendo seguido, mas oficiais do governo negam que isso esteja acontecendo. Ele começa a</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Supremacia Bourne de Robert Ludlum é um livro de ação e espionagem. Nele, seguimos Jason Bourne numa missão na Ásia.</p>
<p>David Webb está pacificamente ensinando em uma universidade após os eventos do primeiro livro. Ele começa a perceber que está sendo seguido, mas oficiais do governo negam que isso esteja acontecendo. Ele começa a ficar paranóico.</p>
<p>Até que alguém é responsável por raptar Marie, e quando Webb tenta descobrir os responsáveis, percebe que o governo o colocou em outra situação da qual ele não pode escapar. Ele vai ter que ir até a Ásia para matar um oficial chinês se quiser ver Marie novamente.</p>
<p>Putasso com a situação, e com flashbacks e traumas, Webb volta a ser Jason Bourne para conseguir sobreviver na selva física e mental em que é jogado para salvar Marie.</p>
<p>A coisa que é mais impressionante nesse livro é a agilidade da história, mesmo sendo um livro longo. Bourne é um espião competente e um assassino que não falha, e a ambientação é emocionante &#8211; afora a alergia ao comunismo de todo estadunidense, claro.</p>
<p>Me deu um pouco de aflição a doença mental do Bourne, mas faz parte do personagem, não tem jeito. O livro tem todo um charme também devido à época da história, com telefones de gancho protagonistas. Li em pouco tempo porque é bem empolgante.</p>
<p>The Bourne Supremacy (1986) | Série Jason Bourne Livro 2</p>
<p>Leia também <a href="https://adevoradoradelivros.com.br/a-identidade-bourne-robert-ludlum/">minha resenha do livro 1</a>.</p>
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		<title>A Identidade Bourne &#124; Robert Ludlum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 03:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Robert Ludlum]]></category>
		<category><![CDATA[espionagem]]></category>
		<category><![CDATA[The Bourne Trilogy]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Identidade Bourne, de Robert Ludlum, é um livro de espionagem e mistério com personagens cativantes, ação ininterrupta e uma história interessante. Esse é o primeiro volume de uma série de livros que deu origem a seriados de televisão e filmes hollywoodianos de sucesso. Um homem é resgatado por um pesqueiro, alvejado e semi-afogado, após</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Identidade Bourne, de Robert Ludlum, é um livro de espionagem e mistério com personagens cativantes, ação ininterrupta e uma história interessante. Esse é o primeiro volume de uma série de livros que deu origem a seriados de televisão e filmes hollywoodianos de sucesso.</p>
<p>Um homem é resgatado por um pesqueiro, alvejado e semi-afogado, após uma tempestade na costa da Marselha. Os pescadores o levam para um médico alcoólatra de uma aldeia da região. O médico inglês, apesar de consumido pelo vício, percebe no paciente uma série de características extremamente interessantes. Além de terem atirado nele, ele recebeu um golpe na cabeça, e não tem memória alguma do que aconteceu ou de quem ele é. O médico diagnostica amnésia dissociativa, e os dois passam meses tentando montar o quebra-cabeças da personalidade do paciente enquanto este se recupera. Ele fala mais de um idioma, incluindo alguma língua obscura do extremo oriente. Além disso, ele tem o corpo de alguém que se exercita constantemente, e sabe artes marciais orientais.  E ele tinha um microfilme implantado sob sua pele, com um número de conta em um exclusivo banco na Suíça.</p>
<h3><em>Mas o que será que ele é hein gente</em></h3>
<p>O paciente resolve sair da aldeia de pescadores para tentar descobrir quem ele é. Ele logo percebe duas coisas importantes: suas memórias voltam com imagens fora de contexto acompanhadas de clarões na visão e dores de cabeça absurdas. E ele parece saber coisas que só criminosos profissionais sabem, por exemplo onde e como se livrar de um carro roubado, como conseguir somas exorbitantes de dinheiro através de extorsão, e uma quantidade alarmante de informações sobre armas de fogo.</p>
<p>Após algum esforço, o paciente chega na Suíça, só para descobrir que a conta exclusiva contém uma quantidade de milhões de dinheiros que o faz ficar ainda mais receoso sobre si mesmo. Ao sair do banco, os seguranças o atacam e ele é perseguido por assassinos profissionais, escapando por uma combinação de instinto e sorte. Sua corrida pela sobrevivência o faz pegar uma jovem economista canadense como refém, sem saber que essa moça vai ser essencial para ajudá-lo a descobrir quem é.</p>
<h3>Definição de<em> Fast Paced</em></h3>
<p>A primeira coisa que chamou minha atenção no livro é a forma como o autor descreve as cenas. Sua linguagem informal e sua habilidade de encontrar os adjetivos perfeitos fez com que as situações tivessem uma clareza de cinema na minha mente. Não foi à toa que os livros se transformaram em filmes de tanto sucesso. A segunda coisa importante é o suspense cheio de ação. O livro tem mais de 500 páginas e eu li em muito pouco tempo; a forma como a narrativa alterna entre o personagem principal e seus antagonistas é muito efetiva para manter a tensão. Por fim, o tema do jovem sem memória que quer a todo custo descobrir quem é mas ao mesmo tempo morre de medo de trombar com olar você matou duzentas pessoas é um mote excelente para qualquer livro.</p>
<p>Outra coisa que achei interessante foi a pegada idosa da história. Os assassinos especialistas que fazem parte da narrativa são todos ex-combatentes do Vietnã, treinados por ou CIA ou KGB ou alguma organização obscura. Além do fato de que tecnologicamente qualquer história de espionagem que se passa entre os anos 70 e 90 vai soar muito parecida com dinossauros para um leitor em 2021, eu admito que toda essa &#8216;falta&#8217; de tecnologia me deixou a coisa mais fascinante: tem que ligar de orelhão e esperar alguns segundos para seu contato retornar; tem que usar cheque; tem que verificar sua letra na hora de escrever os números da conta secreta usando fotografias. Pra quem passou horas assistindo séries de TV com procedimentos de cena de crime no início da década de 2010, a falta de tecnologia forense é debilitante ao mesmo tempo em que expande as possiblidades da história.</p>
<h3>Machismo temos</h3>
<p>O livro tem falhas, é claro. A enorme coincidência do protagonista escolher como refém justamente uma moça que poderia ajudar tanto; o problema do machismo absurdo que estraga o início do relacionamento dos dois; alguns pontos no roteiro que no final ficam sem explicação; a repetição dos mantras do protagonista para tentar se manter estável começam a irritar depois de um certo número de páginas. Mas antes de começar a se preocupar com isso, você já terminou o livro, no frenesi de descobrir o final da história, numa ansiedade que só os melhores escritores de suspense e ação conseguem fazer.</p>
<p>Me diverti muito lendo, e pretendo ir atrás dos outros.</p>
<p><strong>The Bourne Identity (1980), de Robert Ludlum. Série Jason Bourne livro 1</strong></p>
<p>Leia também <a href="https://adevoradoradelivros.com.br/a-supremacia-bourne-robert-ludlum/">minha resenha do livro 2</a>.</p>
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		<title>Déjà Morta &#124; Kathy Reichs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2014 14:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Kathy Reichs]]></category>
		<category><![CDATA[mulher detetive]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E de prêmio por ter escrito todos os dias na semana retrasada, acabei me comprando esse livro, que é o primeiro da série que deu origem à série de TV Bones. Ele existe em português, mas o resto da série está sendo traduzido de forma idiota (pra variar) e pelo que eu vi só tem</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E de prêmio por ter escrito todos os dias na semana retrasada, acabei me comprando esse livro, que é o primeiro da série que deu origem à série de TV Bones. Ele existe em português, mas o resto da série está sendo traduzido de forma idiota (pra variar) e pelo que eu vi só tem o sexto e o sétimo em português. Mas, ao livro.</p>
<p>Tá que eu não esperava nada parecido com a série &#8211; até porque já tinha lido em algum lugar que a série de TV era totalmente diferente dos livros e só pegaram o nome da protagonista. Então temos a Temperance Brennan, moça de meia idade que está trabalhando de antropóloga forense para a polícia do Quebec. Um dia ela recebe ossos de uma mulher morta e percebe que o caso todo faz com que ela se lembre de outra morte ocorrida há alguns meses. Claudel, o policial encarregado do caso, não quer saber de ouvir as sugestões de Tempe, mas conforme o número de mortas aumenta, toda a polícia é obrigada a concordar com ela: há um serial killer à solta.</p>
<p>Então vamos lá. O meu principal problema com o livro foi a narrativa em primeira pessoa. A Tempe é um misto de mulher durona com garota insegura que me deixou bastante irritada. Enquanto isso, os policiais são todos estúpidos que não reconhecem as pistas na frente deles nem com uma luz neon apontada.</p>
<p>As combinação das duas coisas deixou a narrativa bastante complicada pra mim, com cenas inverossímeis intercaladas com cenas de chororô da Tempe falando que ó que vida triste a minha de ver tantas pessoas mortas. Se ela estivesse em crise porque tinha acabado de começar na profissão, eu até entendia. Mas uma mulher já vivida, com anos de carreira, ficar de repente chorona porque não consegue lidar com a violência de tudo isso&#8230; arranja outra profissão, mano!</p>
<p>E aí a clichezada + previsibilidade da história também não ajudaram. Afinal, se a narrativa fosse meio irritante mas o suspense fosse bem construído, até que dava pra engolir. Só que eu sabia o tempo todo o que ia acontecer!</p>
<p>O final do livro não é tão ruim (é só <em>meio</em> ruim), o blábláblá técnico eu simplesmente pulei (sono) e a história até pode ser interessante pra quem curte policiais mais óbvios. Mas o conjunto da obra definitivamente não valeu os reais que eu paguei pelo livro.</p>
<p><b>Déja Dead (1997) </b><b>de Kathy Reichs (EUA)</b><br />
<b>Série Temperance Brennan Livro 1</b></p>
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		<title>Cold Days &#124; Jim Butcher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 19:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jim Butcher]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[sobrenatural]]></category>
		<category><![CDATA[The Dresden Files]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
		<category><![CDATA[urban fantasy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Harry Dresden é um mago que vive em Chicago. Hoje em dia, o mundo sobrenatural é escondido dos humanos e é tarefa de Harry impedir não só que os humanos descubram sobre todos os seres fantasiosos que andam por aí, como também proteger a região das criaturas malignas que adoram se alimentar de pessoas. A</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>Harry Dresden é um mago que vive em Chicago. Hoje em dia, o mundo sobrenatural é escondido dos humanos e é tarefa de Harry impedir não só que os humanos descubram sobre todos os seres fantasiosos que andam por aí, como também proteger a região das criaturas malignas que adoram se alimentar de pessoas. A ambientação é muito parecida com inúmeras outras obras de <em>urban fantasy, </em>com fantasmas, vampiros, lobisomens, magos, fadas maléficas e todo o resto. Mas afora a série ser muito pesada em ação, o protagonista Harry é genial: tudo dá errado com ele, todos querem matá-lo e sempre tem algum problema novo pra ele resolver. E ele recebe tudo com resignação e sarcasmo, levando a trama de &#8220;vamos salvar o mundo&#8221; para o lugar comum de só mais um cara tentando conseguir sobreviver a um ataque da Rainha das Fadas do Inverno; quem nunca.</p>
<p>Então, lembra que eu <a title="Ghost Story" href="http://adevoradoradelivros.com.br/ghost-story-jim-butcher/" target="_blank" rel="noopener">detestei o livro 13</a>? Ainda bem que eu confio no Harry e não desisti da série, porque o livro 14 é tudo o que o 13 deveria ter sido e mais um pouco. Finalmente um livro bom! =D</p>
<p>Harry Dresdenestá com um novo emprego: o Cavaleiro da Corte do Inverno das Fadas. Além disso Harry descobre que a ilha misteriosa onde vive um poderoso espirito elemental é na verdade uma imensa prisão de seres malignos&#8230; e Harry é o carcereiro. E alguém ou alguéns vai lançar um ataque mágico terrivelmente poderoso contra essa prisão para explodir tudo e soltar todos os monstros na terra. Além disso a primeira ordem que Harry recebe da Rainha Mab (rainha da corte do inverno das fadas) no seu novo posto de Cavaleiro do Inverno é de matar sua filha Maeve, a Princesa do Inverno. Que é tão poderosa quanto psicopata. Além disso Harry está sendo atacado pelo Red Cap, um dos minions da Maeve, que parece saber tudo sobre ele e seus aliados e se diverte explodindo seu carro, raptando seus amigos e armando armadilhas mortais. Além disso o Cavaleiro da Corte do Verão e a Princesa do Verão, que costumavam ser amigos de Harry, não só querem matá-lo como também fazem questão de informá-lode que a Rainha Mab está completamente louca e quer destruir o mundo.</p>
<p>Como sempre, Harry está lidando com coisas muito acima da capacidade dele, e só se ferra, e precisa correr atrás das respostas e está sendo ajudado pelos seus comparsas usuais: seu irmão vampiro Thomas, sua assistente psiônica Maggie e a sua amiga policial Murphy. E o livro é MUITO BOM!</p>
<p>Com a dose certa de humor, ação e suspense, esse livro começa onde o livro 12 tinha parado e praticamente ignora as paradas imbecis que aconteceram no livro 13, e ainda bem.<br />
Fiquei com saudades do Harry sarcástico e azarado, e que bom QUE BOM que ele voltou com tudo.<br />
Nossa, estava precisando disso!<br />
<b><br />
</b><b>Cold Days (2012) </b><b>De Jim Butcher. </b><b>Série Dresden Files Livro 14</b></p>
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		<title>Not a Penny More, Not a Penny Less &#124; Jeffrey Archer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 15:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jeffrey Archer]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[roubos extraordinários]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse livro, quatro rapazes são vítimas de um golpe e perdem todo o seu dinheiro. Um deles, o professor de universidade Stephen, descobre quem foi o responsável: Harvey Metcalfe, um milionário desonesto que fez fortuna através de golpes na bolsa de valores. Stephen contata outros três infelizes que sofreram o mesmo golpe e agora estão</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse livro, quatro rapazes são vítimas de um golpe e perdem todo o seu dinheiro. Um deles, o professor de universidade Stephen, descobre quem foi o responsável: Harvey Metcalfe, um milionário desonesto que fez fortuna através de golpes na bolsa de valores. Stephen contata outros três infelizes que sofreram o mesmo golpe e agora estão na pior e propõe que eles criem planos para tirar de Harvey todo o dinheiro que ele tirou deles, com juros, multa e despesas inclusos: nem um centavo a mais, nem um centavo a menos (tradução do título).</p>
<p>Os outros três rapazes concordam, até porque o dinheiro que investiram na firma fantasma de Metcalfe era tudo o que tinham. O Dr. Robin Oakley corre o risco de perder seu consultório. O francês Jean-Pierre Lammans tem sua própria galeria de arte e precisa do dinheiro para se manter. E lorde James Brigsley, que apesar de ser nobreza hipotecou a propriedade da família para investir na bolsa, agora corre o risco de sofrer a ira e deserção do pai.</p>
<p>Os quatro precisam criar planos para conseguir arrancar dinheiro de Metcalfe, sem ele saber o que aconteceu, e durante o mês que o americano vai passar de férias na Europa.</p>
<p>Eu só fui atrás desse livro por causa do desafio literário que eu entrei no início do ano mas já desisti. Eu já tinha ouvido falar do autor, mas não conhecia nada do estilo dele e nem se era algo que iria me agradar ou não.</p>
<p>E que surpresa! Desde o início que o livro me segurou e eu não conseguia largar. A personalidade tanto dos quatro lesados quanto do milionário Metcalfe é descrita em detalhes &#8211; afinal, os golpistas agora precisam saber tudo sobre sua futura vítima &#8211; e o autor consegue manter a trama num ritmo impecável.</p>
<p>O fato do livro se passar na década de 70 faz com que a trama fique ainda mais complexa por um lado, pela falta de tecnologia que ajude, e mais simples por outro, já que a ausência de informações enciclopédicas na internet sobre qualquer pessoa impediriam pelo menos um dos golpes do pessoal de ter sucesso.</p>
<p>As reviravoltas perto do final são muito bem pensadas, e a amizade que os quatro jovens vão criando entre si rende as melhores piadas do livro. No fim, o que mais me agradou mesmo foi a parte engraçada do livro, que dá leveza à uma trama que poderia ter se tornado pesada nas mãos de outro autor. O livro é, portanto, um excelente entretenimento, digno dos melhores filmes de <i>heist</i> de Hollywood. Fizeram, inclusive, uma adaptação para a TV, que quero checar logo mais.</p>
<p><b>Not a Penny More, Not a Penny Less (1976)</b><br />
<b>de Jeffrey Archer (Reino Unido)</b></p>
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		<title>O Cliente &#124; John Grisham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 20:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[John Grisham]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mark é um garoto que pobre que vai no mato fumar e vê um cara tentando se matar dentro de um carro. Ele resolve impedir o cara, pra desespero do irmãozinho que acabou seguindo ele. O cara percebe o moleque, ameaça ele com uma arma, conta tudo o que está acontecendo. O advogado trabalha para</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mark é um garoto que pobre que vai no mato fumar e vê um cara tentando se matar dentro de um carro. Ele resolve impedir o cara, pra desespero do irmãozinho que acabou seguindo ele. O cara percebe o moleque, ameaça ele com uma arma, conta tudo o que está acontecendo. O advogado trabalha para um mafioso que matou um senador, e sabe onde está o corpo. O FBI só precisa dessa informação para conseguir prender o mafioso. O advogado não quer mais estar nessa situação: por isso quer se matar asfixiado com escapamento do carro.</p>
<p>O irmão do Mark ajuda, o advogado se mata, as duas crianças saem correndo; o irmão fica catatônico; a mãe perde o emprego porque faltou no trampo pra ficar com o garoto no hospital.</p>
<p>E todo mundo vai atrás de Mark: o mafioso, a polícia, a mídia, e o FBI, que quer mais do que nunca a informação que Mark tem sobre o caso do senador.</p>
<p>Só que em sua afobação, o FBI assusta o garoto mais ainda, e ele, sem saber pra onde ir, resolve contratar um advogado. Por sorte ele tromba com uma advogada que não perde tempo em colocar os agentes do FBI no chinelo e mandar um recado bem efetivo ao chefe da mãe de Mark.</p>
<p>A partir daí, a advogada e seu cliente entram numa corrida contra o tempo para conseguir colocar Mark num programa confiável de proteção de testemunhas antes que o FBI agarre o garoto e antes que a máfia o alcance.</p>
<p>Esse é o terceiro livro de John Grisham que eu leio, todos transformados em filme. Eu não lembro direito desse filme, vi faz tempo, mas lembro que a Susan Sarandon arrasa como a advogada que ajuda um moleque a se livrar do FBI, que quer saber o que um advogado moribundo disse a ele sobre um corpo enterrado de um senador.</p>
<p>O estilo do autor já me parece característico: ele coloca o ponto de vista de diversos personagens em cena, desde o acessor de um advogado do FBI até um repórter investigativo que não mede esforços para conseguir um furo. Mas os personagens principais são sempre bonzinhos, mesmo que de vez em quando politicamente incorretos.</p>
<p>Um suspense de primeira, com personagens impagáveis e clima de tirar o fôlego, como todos os outros livros do mesmo autor. Recomendo.</p>
<p>The Client (1993)</p>
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		<title>O Dossiê Pelicano &#124; John Grisham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 13:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[John Grisham]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro é a história de Darby Shaw, uma brilhante estudante de direito que escreve um pequeno artigo com um palpite sobre os recentes assassinatos de dois juízes da Suprema Corte Americana. As tentativas de assassinato que a seguem fazem com que ela tenha certeza de que o dossiê que escreveu 1) foi parar em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro é a história de Darby Shaw, uma brilhante estudante de direito que escreve um pequeno artigo com um palpite sobre os recentes assassinatos de dois juízes da Suprema Corte Americana.</p>
<p>As tentativas de assassinato que a seguem fazem com que ela tenha certeza de que o dossiê que escreveu 1) foi parar em mãos erradas e 2) contém uma hipótese verdadeira.</p>
<p>Por que John Grisham vende tantos livros?<br />
Eu tenho uma teoria. São três passos, na verdade.</p>
<p>1- Enredo de thriller cinematográfico. Dos bons.<br />
2- Personagens principais com características humanas e realistas, mas heróis com a moral no lugar. Nada de gente perfeita nem de gente mesquinha e sem graça no lugar principal.<br class="yoast-text-mark" />3- Enredos que envolvem algum aspecto polêmico da vida moderna (poluição ambiental, fábricas de cigarros, invasão de privacidade pelo governo), mas sempre do lado politicamente correto.</p>
<p>O autor sabe escrever suspense muito bem: o livro me segurou da primeira à última página, mesmo eu já adivinhando o que aconteceria no final (é um livro escrito no melhor estilo hollywoodiano, no fim das contas &#8211; ou talvez foi Hollywood que emprestou o estilo do autor?). Uma das coisas que me agradou nesse livro foi o fato dos personagens serem tão reais. Nada de gente comum que vira super-herói da noite pro dia: Darby e seus colegas de infortúnio sentem medo, insegurança e dúvida durante todo o enredo. Mesmo assim ela é uma mulher forte, algo que percebi que o autor gosta de descrever (a moça de O Júri, a advogada de O Cliente).</p>
<p>Outra coisa que me agradou foi a descrição dos mecanismos do alto escalão (presidente, assessor, chefe do FBI, chefe da CIA) sempre de forma bem humorada. Adorei o presidente bocó que era a cara de George W. A única coisa que ficou meio estranha foi o vilão, que achei por demais maligno pra ser realista. Isso não me impediu de me divertir loucamente com esse thriller.</p>
<p><strong>The Pelican Brief (1992)</strong></p>
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		<title>O Júri &#124; John Grisham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 14:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[John Grisham]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E olha que nunca tinha lido John Grisham? Claro que já assisti um montão de filmes que foram baseados nos livros dele, mas como sempre achei que ele fosse uma Danielle Steel dos suspenses da vida, nunca tinha me interessado. Aí eu assisti O Júri, com a Rachel Weisz, o John Cusack e os gênios</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>E olha que nunca tinha lido John Grisham?</div>
<div>Claro que já assisti um montão de filmes que foram baseados nos livros dele, mas como sempre achei que ele fosse uma Danielle Steel dos suspenses da vida, nunca tinha me interessado.</div>
<div>Aí eu assisti O Júri, com a Rachel Weisz, o John Cusack e os gênios Gene Hackman e Dustin Hoffman, e quando vi o livro no sebo acabei comprando.</div>
<div></div>
<div>E só posso dizer que daqui pra frente vou engolir meus preconceitos contra best sellers.</div>
<div>O livro é muito bom.</div>
<div></div>
<div>Tudo bem que eu meio que sabia o que esperar, porque o filme, apesar de focar a trama na indústria de armas e não na indústria tabagista, tem uma trama bastante parecida. Talvez seja por isso que eu não cortei os pulsos de nervosismo (ou não, já que comecei a ler o livro ontem e dormi só quatro horas pra continuar lendo hoje e terminei agora no meio da aula), mas de qualquer forma é uma narrativa envolvente e uma trama impecável.</div>
<div></div>
<div>O mais legal é que ninguém é o bonzinho da história. Rohr, o advogado de acusação, não está lá para proteger os interesses da viúva de um homem que morreu de câncer de pulmão depois de fumar por quarenta anos. Ele está lá para fazer história: assim que a indústria tabagista perder um desses casos, todos vão querer processá-los pelos mesmos motivos, e então Rohr fará fortuna. Quando começa a achar que o júri está indo pro lado da defesa, não hesita em mandar um dos seus para subornar o marido de uma das juradas em troca de um veredito favorável.</div>
<div></div>
<div>Já a defesa conta com um gênio: Fitch, consultor de júris, manipulador e desonesto. Ele passa o livro inteiro protegendo os interesses dos seus clientes (as companhias produtoras de cigarro). Sua manipulação vai até o ponto de encomendar e financiar (com o dinheiro das produtoras de cigarro) uma pesquisa que demonstre que não há motivos para dizer que o cigarro cause doenças e morte; fazer com que uma empresa seja comprada para que um dos jurados mude de empregador e, therefore, de opinião sobre o caso; mandar agentes fingindo que são do FBI para assustar o marido de uma jurada e fazer com que ela mude de opinião; achar um abordo secreto de outra jurada e ameaçar contar a história ao marido dela se ela não votar pela defesa.</div>
<div></div>
<div>Um dos motivos pelos quais o livro é tão interessante é a pesquisa que o autor obviamente fez para descrever com credibilidade os mecanismos de uma corte civil norte-americana. Como o livro é de 1996, as companhias de cigarro ainda repetiam a lenga-lenga de que não sabiam que o cigarro causava dependência ou câncer e que era livre arbítrio consumir quantos cigarros a pessoa quisesse.</div>
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<div>Ao mesmo tempo em que o júri é manipulado tanto por agentes da defesa quanto da acusação, uma misteriosa moça pede 10 milhões para fazer com que o veredito fique de acordo com o gosto do freguês, usando um agente que ela tem no melhor lugar possível: ele é um dos jurados.</div>
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<div>Além de ser um thriller competentíssimo e bem fundamentado &#8211; existiram mesmo casos desse tipo nos EUA -, os personagens são cativantes e é impossível não comemorar com a dupla de protagonistas no final.</div>
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<div>A gente que vive no mundo de hoje esquece que não faz nem dez anos que as propagandas de cigarros foram proibidas, e que há menos tempo ainda as empresas foram obrigadas a divulgar no próprio pacote de cigarro que aquilo é prejudicial à saúde, e que só agora o fumo deixou de ser permitido em lugares fechados. Se pensarmos que por quase setenta anos as pessoas fumavam porque era legal e não tinham a menor idéia de que aquilo fazia mal até morrerem de câncer, é interessante pensar que a indústria tabagista passou a perder dinheiro e credibilidade depois que as pessoas que haviam fumado três maços por dia por quarenta anos começaram a morrer.</div>
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<div>The Runaway Jury (1996)</div>
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