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	<title>noir Archives - A Devoradora de Livros</title>
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	<description>Diário de leituras</description>
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	<title>noir Archives - A Devoradora de Livros</title>
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		<title>Coyote &#124; Linda Barnes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 20:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linda Barnes]]></category>
		<category><![CDATA[mulher detetive]]></category>
		<category><![CDATA[noir]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlotta Carlyle é uma detetive particular que também trabalha como motorista de táxi. Um dia uma moça aparece pedindo ajuda: uma mulher foi encontrada assassinada, e a forma como a identificaram foi porque encontraram o green card dela na cena do crime. A moça, que fala espanhol mas muito pouco inglês, consegue fazer Carlotta entender</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlotta Carlyle é uma detetive particular que também trabalha como motorista de táxi. Um dia uma moça aparece pedindo ajuda: uma mulher foi encontrada assassinada, e a forma como a identificaram foi porque encontraram o green card dela na cena do crime. A moça, que fala espanhol mas muito pouco inglês, consegue fazer Carlotta entender que o green card é dela, não da moça assassinada, e ela quer o green card de volta.</p>
<p>Carlotta é ex-policial e usa seus contatos para tentar descobrir alguma coisa, mas também vai atrás da sua <em>little sister</em>. Existe um programa em que ela adota uma criança como irmã mais nova, para aumentar a representatividade de mulheres na cabeça das jovens. A <em>little sister</em> da Carlotta nasceu em Porto Rico, tem dez ou doze anos, fala espanhol fluente. Mas não quer saber do problema de Carlotta. Aliás, não quer saber de nada, nem de escola nem dos jogos de vôlei da Carlotta que ela acompanhava.</p>
<p>Enquanto Carlotta se preocupa com sua little sister, e não consegue nada na polícia, a moça que veio pedir ajuda dela aparece assassinada também. Então agora é um possível assassino serial que eles têm que lidar agora, e Carlotta pode fazer muito pouco porque é impedida em todas as frentes, tanto pela polícia tanto pela imigração &#8211; que apareceu no caso assim que mencionaram a palavra green card.</p>
<p>Carlotta é uma mulher durona que não tem medo de nada. Ela joga vôlei, tem um ex que largou dela pra ir pra Europa, se importa com sua little sister e dirige táxi quando está estressada. Falando assim parece uma personagem complexa, mas na verdade fiquei sabendo muito pouco dela durante a narrativa além do que eu mencionei.</p>
<h3>Mulher detetive</h3>
<p>Na época da publicação, o livro teve essa questão diferentona de ter uma detetive protagonista mulher. E a narrativa meio noir também faz diferença, numa cidade suja onde só tem gente desesperada, pobre e querendo sair dali. Mas já estando familiarizada com o gênero, a novidade não me pegou.</p>
<p>O problema principal do livro é que ele é lerdo e bem previsível, com uma pegada inverossímil no final. Quando vi um serial killer, já fiquei imaginando que a coisa só teria graça se no final ela descobre que é alguém que ela conhece. Daí pra frente foi só sono e leitura dinâmica pra acabar logo.</p>
<p>Foi uma pena porque eu queria ter gostado, mas não foi.</p>
<p>Coyote (1990)</p>
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		<title>Por Um Fio &#124; Eoin Colfer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 19:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eoin Colfer]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[noir]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Daniel McEvoy é um ex-soldado irlandês que trabalha como segurança em um cassino vagabundo de Nova Jersey. Seu melhor e único amigo é Zeb, um trambiqueiro que vende drogas ilegais e faz cirurgias plásticas duvidáveis. Dan também tem uma paixonite por Connie, uma hostess/stripper no cassino. Um dia Connie é assassinada e Zeb desaparece. Quando</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel McEvoy é um ex-soldado irlandês que trabalha como segurança em um cassino vagabundo de Nova Jersey. Seu melhor e único amigo é Zeb, um trambiqueiro que vende drogas ilegais e faz cirurgias plásticas duvidáveis. Dan também tem uma paixonite por Connie, uma hostess/stripper no cassino.</p>
<p>Um dia Connie é assassinada e Zeb desaparece. Quando a polícia ignora os crimes, Dan resolve descobrir tudo por conta própria – e tromba, sem querer, com policiais corruptos, chefões das drogas, uma vizinha doida e muita gente atirando nele.</p>
<p>Apesar da tradução fazer seu melhor, é muito óbvio que a leitura perde com a transposição pra outro idioma: por ser narrado em primeira pessoa, a história é cheia de palavrões, expressões idiomáticas típicas da Irlanda e do exército, e cheia de piadinhas infames e pensamentos sarcásticos. A tradução não chega a estragar o livro, mas a coisa certamente perde o ritmo. Além disso, se você está esperando a genialidade de ambientação dos livros mais famosos do autor, vai se desapontar. O livro é uma tentativa de noir modernoso e irônico, com prostitutas pouco atraentes, policiais malvados, cassinos falindo e subúrbios feiosos.</p>
<p>Por outro lado, a trama é excelente e não perde tempo: logo estamos metidos numa trama digna de sessão da tarde por ser ao mesmo tempo absurda e ágil; cenas de violência e sexo são misturadas com cenas pastelão ridículas que ficam engraçadas pela falta de sentido. Pra quem já conhece o autor – que, entre outras, criou a série Artemis Fowl – a narrativa é apenas um pouco mais adulta do que o normal, mas pra quem não é familiarizado com o estilo dele as coisas podem parecer absurdas demais.</p>
<p>Mas se você curte uma boa comédia nonsense (com pitadas de violência), recomendo que aguente até o fim. A resolução do caso é boa, as cenas engraçadas compensam toda a eventual estranheza, e o livro é rápido e divertido de ler.</p>
<p>Plugged (2011) de Eoin Colfer. Série Daniel McEvoy Livro 1</p>
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		<title>Tequila Vermelha &#124; Rick Riordan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 13:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rick Riordan]]></category>
		<category><![CDATA[noir]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
		<category><![CDATA[Tres Navarre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aí cabou que eu peguei os primeiros livros que vi na frente e me sumi dali antes que algo pior acontecesse: só quem já frequentou a Livraria Cultura sabe o pouco espaço comparativo dado aos livros nas outras livrarias, que parecem vender tudo menos livros. Um desses livros agarrados ao acaso foi Tequila Vermelha, livro</p>
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<p>Aí cabou que eu peguei os primeiros livros que vi na frente e me sumi dali antes que algo pior acontecesse: só quem já frequentou a Livraria Cultura sabe o pouco espaço comparativo dado aos livros nas outras livrarias, que parecem vender tudo <i>menos</i> livros.</p>
<p><span style="font-family: var(--global-body-font-family);">Um desses livros agarrados ao acaso foi Tequila Vermelha, livro dedicado ao público adulto do já famoso entre os jovens autor da série Percy Jackson.</span></p>
<p>Jackson Navarre Terceiro &#8211; mais conhecido como Tres &#8211; volta à sua cidade natal no Texas após dez anos para tentar resolver casos do passado. Seu pai, Jackson Navarre, xerife da cidade, foi assassinado na sua frente, teoricamente por membros da máfia que estavam sendo prejudicados por suas investigações. Depois disso, Tres praticamente foge para São Francisco, onde termina a faculdade, começa a lutar Tai-Chi e vira detetive particular.</p>
<p>Aí, sua ex-namorada desde o colegial, Lillian, retoma o contato depois de anos, e três meses depois Tres não resiste e volta à cidade natal para ver se é possível uma volta com Lillian. E nos primeiros dias todo mundo parece querer ver Tres fora da cidade, ou morto, ou os dois. E Lillian desaparece misteriosamente. E o principal suspeito a mandante do assassinado do xerife agora é um mafioso reformado que se interessa demais por seu jardim.</p>
<p>Tres tem pouco tempo para descobrir o paradeiro de Lillian, resolver se escolhe a misteriosa Lillian ou Maia Lee, a fodástica chinesa de São Francisco que ensinou a ele tudo o que sabe &#8211; e que rouba a cena toda vez que aparece &#8211; , se entender com suas memórias do pai e finalmente aprender a viver com o seu passado.</p>
<p>Eu achei um livro bem honesto, pra dizer a verdade. Todos os clichês do gênero noir moderno estão ali: o detetive particular durão, solitário, sarcástico e cabeça dura, porém confuso quanto ao seu passado; a mocinha em perigo que pode não estar em tanto perigo assim; um ambiente decadente e perigoso. A narrativa é ágil e prende o interesse do leitor. O gênio do autor se revela mais durante as cenas com Robert Johnson, gato de Tres, que é um caso à parte, e as cenas com Maia, que na minha opinião é a melhor personagem do livro.</p>
<p>O final do livro &#8211; o famoso &#8220;quem matou&#8221; &#8211; não acontece do jeito a que nos acostumamos: em vez de um capítulo explicando tudo, as coisas vão se revelando passo a passo, e já no meio do livro temos uma vaga ideia do que aconteceu, mesmo que não exatamente de quem fez. Por isso a solução final não chega a surpreender, já que tivemos bastante tempo para nos acostumarmos com cada pequena descoberta do protagonista, mas também não decepciona.</p>
<p>No entanto, o número de personagens secundários é bem grande, e poucos são descritos de forma única a ponto de eu me lembrar exatamente quem são &#8211; sei que tem um jornalista, e um receptor de carros roubados, e um detetive que não saquei bem qual é a relação dele com Tres, e pelo menos mais um que eu esqueci, (além é claro do meio-irmão e da mãe de Tres) mas não cheguei a conseguir gravar qual nome era de qual, e isso complicou meu entendimento de certas cenas&#8230;</p>
<p>Mas também pode ser que eu estivesse tão animada pra terminar o livro que não prestei tanta atenção assim nas coisas, esperando chegar no final&#8230; Às vezes isso acontece comigo. O que só mostra que o livro cumpre sua promessa: é um livro ágil, bem escrito, bem alinhavado e com personagens bem construídos. Se você gosta de um bom romance policial, definitivamente não perca.</p>
<p>Big Red Tequila (1997) de Rick Riordan | Tres Navarre livro 1</p>
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		<title>A de Álibi &#124; Sue Grafton</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 12:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sue Grafton]]></category>
		<category><![CDATA[Kinsey Millhone]]></category>
		<category><![CDATA[mulher detetive]]></category>
		<category><![CDATA[noir]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kinsey Millhone é uma detetive particular numa cidadezinha da Califórnia. Um dia uma moça chamada Nikki Fife aparece para contratar Kinsey. Nikki passou os últimos oito anos na cadeia por ter matado seu marido, o advogado de divórcios Laurence Fife, mas diz ser inocente e quer que Kinsey descubra quem é o verdadeiro assassino. O</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Kinsey Millhone é uma detetive particular numa cidadezinha da Califórnia.</p>
<p>Um dia uma moça chamada Nikki Fife aparece para contratar Kinsey. Nikki passou os últimos oito anos na cadeia por ter matado seu marido, o advogado de divórcios Laurence Fife, mas diz ser inocente e quer que Kinsey descubra quem é o verdadeiro assassino.</p>
<p>O livro foi publicado no início da década de 80, onde máquinas de escrever, telefones públicos e câmeras manuais eram as principais aliadas de um detetive particular.</p>
<p>Kinsey dirige até Las Vegas, Los Angeles e mais outras cidadezinhas por ali por perto para tentar reabrir um caso encerrado há oito anos, mesmo sem ter certeza da inocência de Nikki.</p>
<p>O livro me incomodou por alguns motivos. O primeiro deles foi o de que até 40% do livro nada acontece. Claro, Kinsey se depara com os personagens da trama e tal, mas é tudo tão monótono e sem sentido que eu quase larguei a leitura umas três vezes.</p>
<p>O segundo motivo foi o de que eu soube quem era o assassino assim que ele apareceu na trama. Tudo bem que talvez a super-surpresa-no-fim não fosse a intenção da autora, mas mesmo assim não gosto tanto de policiais que têm assassinos óbvios e <i>Kinsey</i> pareceu surpresa o suficiente com o resultado das investigações.</p>
<p>Outra coisa bem sem graça é que Kinsey tem a personalidade de um brócolis, o que fica pior devido a narrativa em primeira pessoa. As coisas vão acontecendo em volta dela, e ela só reage quando 1) é um assassinato! ou 2) tem um homem querendo levá-la pra cama.</p>
<p>Ficamos sabendo pouquíssimo da personagem, e mesmo assim por causa de cenas bizarras como um suspeito pedindo para interrogá-la depois de ser interrogado. É como se o narrador mal estivesse participando da história &#8211; que seria o caso se o narrador não fosse <i>o protagonista</i>.</p>
<p>No final do livro ficamos sabendo que ela não gosta de cachorros, que ela tem dificuldades para entrar em um relacionamento e que ela gosta de correr. E só. A personalidade dela é um completo mistério. Ah. E ela teve uma experiência traumática com a morte dos pais que aparentemente ela gosta de relatar a completos estranhos.</p>
<p>A personagem está há alguns anos nessa vida de detetive particular, mas se irrita quando pessoas não respondem às suas perguntas e dorme com suspeitos e se sente desiludida quando um dos clientes não faz o que ela quer que ele faça em relação a um caso. Ou seja, me parece uma completa amadora. Quando é um caso do tipo Stephanie Plum, onde a história começa com ela participando desse tipo de coisa <i>pela primeira vez</i>, o leitor até perdoa. Mas no caso de uma veterana na profissão que nem Kinsey, as reações dela me pareceram muito mirins.</p>
<p>Admito que eu provavelmente não teria me importado com tudo isso se o final do livro não fosse tão sem graça. A própria detetive se questiona a respeito de alguns fios soltos e depois eles não são resolvidos.</p>
<p>No entanto, essa é uma série famosa de vários volumes (<i>A is for Alibi, B is for Burglar, C is for Corpse, </i>etc), então quem sabe nos próximos volumes a coisa melhora.</p>
<p>Aliás, se o nome do livro é <i>A de Álibi,</i> me explica porque um álibi nem sequer é mencionado (e muito menos é relevante) durante a trama?</p>
<p><strong>A is For Alibi (1982) de Sue Grafton. Série Kinsey Millhone Livro 1.</strong></p>
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