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	<title>memórias Archives - A Devoradora de Livros</title>
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	<description>Diário de leituras</description>
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		<title>I&#8217;m Glad My Mom Died &#124; Jennette McCurdy</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 14:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jennette McCurdy]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jennette McCurdy foi uma criança na televisão, com uma carreira de sucesso em uma série infantil. A mãe dela a pressionou para começar a participar de audições aos seis anos de idade, fez ela virar  anoréxica para adiar a puberdade e conseguir mais papéis infantis, dava banho nela até os 17 anos, era acumuladora, tinha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Jennette McCurdy foi uma criança na televisão, com uma carreira de sucesso em uma série infantil. A mãe dela a pressionou para começar a participar de audições aos seis anos de idade, fez ela virar  anoréxica para adiar a puberdade e conseguir mais papéis infantis, dava banho nela até os 17 anos, era acumuladora, tinha ataques violentos de raiva e chorava por razões como Jennette querer um sorvete de outro sabor.</p>
<p>Jennette conta sua história cronologicamente, em primeira pessoa, começando pela sua infância, passando pelo período da doença e morte da mãe, e finalizando com seu próprio processo de autoconhecimento.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que o livro relata experiências extremamente desagradáveis, abusivas e violentas, a narrativa consegue ser leve e divertida justamente pelo talento da escritora. A história não é necessariamente contada usando o passado &#8211; e sim usando uma mistura com o presente, colocando a voz da narradora na idade que ela tinha na época.</p>
<p>Como a escritora é excelente, é possível perceber a diferença entre sua &#8216;voz&#8217; de seis anos quando a mãe persegue o pai pela casa com uma faca; entre sua &#8216;voz&#8217; da adolescência, que ficou terrivelmente envergonhada quando sua mãe contou para todo o estúdio que ela tinha menstruado pela primeira vez; e sua &#8216;voz&#8217; adulta, que fica irritada e culpada quando a mãe manipula as coisas para se mudar pra casa dela.</p>
<p>O livro é parte da jornada de cura da ex-atriz, que passou por situações de quase morte por bulimia antes de conseguir pedir ajuda. Ao mesmo tempo em que ela consegue expor as loucuras da mãe, ela também consegue deixar a falecida mais humana, sem tentar desculpar ou perdoar o que foi feito. Afinal, de acordo com um dos terapeutas da autora, às vezes é preciso deixar de ter o perdão como foco, já que achar formas de perdoar abuso parental é exatamente o que a mãe esperaria do filho.</p>
<p>Outra discussão muito importante que o livro tenta trazer é o endeusamento das mães, que são colocadas em um pedestal intocável com o sacrifício e o amor infinito que têm pelos filhos; pessoas que possuem pais abusivos são praticamente proibidas de falar mal das mães ou serão julgados como ingratos, mimados, sem paciência.</p>
<p>Como bônus, o livro também revela momentos bastante problemáticos que a moça passou nos bastidores da Nickelodeon, que a demitiu logo após sua série spin-off de iCarly ter sido cancelada na segunda temporada. Segundo Jennette, a emissora chegou a oferecer US$ 300.000 como bônus da demissão se ela prometesse não falar nada sobre os bastidores da série. Ela recusou. Após a publicação do livro, a Nickelodeon emitiu um comunicado de &#8216;<em>no comment</em>&#8216;.</p>
<p><em>I&#8217;m Glad My Mom Died</em> é um livro ao mesmo tempo tocante e divertido; terrível e engraçado; angustiante e revelador. Imagino que para quem teve mães &#8216;complicadas&#8217;, o livro seja um sopro de ar puro na sociedade de hoje; mas recomendo a leitura para todos devido não só à autora talentosíssima mas também à narrativa cativante.</p>
<p><strong>I&#8217;m Glad My Mom Died (2022) de Jennette McCurdy</strong></p>
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		<title>A Death in Brazil &#124; Peter Robb</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2014 22:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Peter Robb]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sempre gostei de conversar com estrangeiros porque adoro ouvir a opinião deles sobre o Brasil. E gosto também de falar do meu país, lógico, porque acho tudo tão surreal que dá até gosto. E daí que moms me passou esse livro fabuloso: a sensação que eu tive quando eu li foi a de estar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre gostei de conversar com estrangeiros porque adoro ouvir a opinião deles sobre o Brasil. E gosto também de falar do meu país, lógico, porque acho tudo tão surreal que dá até gosto.</p>
<p>E daí que moms me passou esse livro fabuloso: a sensação que eu tive quando eu li foi a de estar conversando no boteco com o autor sobre esse país tão louco e maravilhoso.</p>
<p>Peter Robb é um inglês que vem para o Brasil várias vezes durante vinte anos, e fica encucado com o nosso jeito, com a nossa política e com a nossa história. Enquanto ele fala da vida dele por aqui, também conversa sobre o caso Collor &#8211; como Lula era uma esperança até então inexistente na política brasileira, como Roberto Marinho manipulou o debate, como Collor era um completo desconhecido e especialmente como PC Farias financiava tudo e mais um pouco por aqui.</p>
<p>E no meio de todas as dúvidas e divagações sobre esse passado recente, &#8211; o livro foi escrito em 2003 &#8211; o autor também acha tempo para falar de comida, sexo e especialmente da nossa história mais antiga, incluindo os índios, os escravos, a colonização, Canudos, Machado de Assis, o golpe militar e mais um monte de coisas, fazendo o foco em regiões em vez de cronológico, tentando montar um quebra-cabeças interessante e trágico ao mesmo tempo.</p>
<p>Bom, primeiro de tudo que o cara escreve muito bem. Impossível de largar o livro. Segundo que ele gosta mesmo daqui, e dá pra ler isso a cada linha &#8211; não sei como eu reagiria a um livro que tivesse menos do que paixão pelo país sobressaindo pelas páginas. Ele não entende nada do que acontece por aqui, e não é pra menos, mas ele faz o possível pra entender.</p>
<p>E eu acho isso muito foda. Claro que ajudou que eu tinha acabado de conhecer um estrangeiro MEGA EMPOLGADO com o Brasil, que, assim com o autor do livro, não entende como muitos brasileiros compram a idéia de que tudo o que é Europa e Estados Unidos é melhor que aqui e desistiram da política porque &#8220;nunca vai mudar&#8221;.</p>
<p>Descobri coisas muito interessantes sobre a nossa história, mas o mais legal de tudo foi ver a ponte que ele fez entre a história do Brasil e a história do Lula &#8211; ele admite que o Lula eleito em 2003 era uma pessoa bem diferente do candidato de 89, e se pergunta se ele daria conta do recado.</p>
<p>O mais interessante de tudo foi ler o livro fazendo uma ponte entre a primeira candidatura do cara e viver os dez anos subsequentes à sua eleição: dá pra pensar bem e profundamente.</p>
<p>Recomendadíssimo.<br />
<b><br />
</b><b>A Death In Brazil: A Book of Omissions (2003) </b><b>De Peter Robb (Reino Unido)</b></p>
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		<title>Crônicas Birmanesas &#124; Guy Delisle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guy Delisle]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parece que depois de ter passado um tempo na China, o autor canadense foi para a Birmânia (ou Mianmar) com a esposa, que trabalha nos Médicos sem Fronteiras. Eles têm um filhinho, e cabe a Guy, enquanto monta um escritório pra desenhar, cuidar do bebê. A vida como &#8220;dono de casa&#8221; na Birmânia é interessante, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que depois de ter passado um tempo na China, o autor canadense foi para a Birmânia (ou Mianmar) com a esposa, que trabalha nos Médicos sem Fronteiras.</p>
<p>Eles têm um filhinho, e cabe a Guy, enquanto monta um escritório pra desenhar, cuidar do bebê. A vida como &#8220;dono de casa&#8221; na Birmânia é interessante, e Guy se interessa muito pela situação ditatorial do país.</p>
<p>O livro então conta dos dezoito meses que o casal passou nesse país completamente fechado e onde tudo é controlado &#8211; os Médicos sem Fronteiras chegam a ter sua internet bloqueada por que mencionaram o nome de um grupo revolucionário em um e-mail &#8211; e a colonização britânica ainda se faz sentir &#8211; como por exemplo nos carros, que são todos antigos e com o volante do lado direito.</p>
<p>Como no outro livro dele que eu li, ele é bem irônico e sarcástico sem deixar de ser tocante em alguns momentos. Uma visão interessante da Birmânia é permeada com reflexões pessoais, mas tudo com muito bom humor.</p>
<p>Bom também.</p>
<p><i>Chroniques birmanes </i>(2009)</p>
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		<title>Shenzhen &#124; Guy Delisle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guy Delisle]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Shenzhen é a história em quadrinhos que mostra as impressões de Guy Delisle, um canadense na China, sobre sua vida quando passou três meses na cidade perto de Hong Kong. Ele estava trabalhando numa empresa europeia ligada a estúdios de animação asiáticos e o livro mostra sua rotina com as pessoas e com o trabalho. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Shenzhen é a história em quadrinhos que mostra as impressões de Guy Delisle, um canadense na China, sobre sua vida quando passou três meses na cidade perto de Hong Kong.</p>
<p>Ele estava trabalhando numa empresa europeia ligada a estúdios de animação asiáticos e o livro mostra sua rotina com as pessoas e com o trabalho. A cidade sem graça e a rotina estupidificante fazem da estadia dele de 3 meses um verdadeiro martírio.</p>
<p>Eu gostei do estilo do Guy, meio sarcástico e meio irônico; mas mais importante, me identifiquei com as idéias filosóficas dele. É interessante ver a China pelos olhos de um canadense através dos desenhos simples porém cativantes do autor. Ele usa sensibilidade e humor na sua narrativa, o que deixa tudo um pouco mais leve, sem deixar de lado a ironia.</p>
<p><strong>Shenzhen &#8211; A Travelogue from China (2000) de Guy Delisle</strong></p>
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