If Death Ever Slept | Rex Stout

Jarrell é um milionário chato que acha que a nora está roubando segredos de negócios dele. Ele quer contratar o grande detetive Nero Wolfe para provar que a moça “é uma cobra” e para fazer com que o filho dele se divorcie dela.

Nero Wolfe informa que não trabalha com divórcio. Jarrell ignora essa parte e continua insistindo. Jarrell quer que Archie Goodwin finja ser seu secretário para descobrir os podres da nora. A princípio isso faria com que Wolfe negasse o trabalho mais ainda, já que não vive sem seu assistente. No entanto, com Jarrell chega para fazer sua proposta num dia em que Wolfe e Archie estão brigados, Wolfe acaba topando mandar o Archie pra casa de Jarrell só pra ouvir o Archie recusar. Só que é óbvio que o Archie não recusa – apesar de não ir com a cara do Jarrell, Archie também não vai dar o braço a torcer.

O resultado é que Archie vai morar na mansão de Jarrell com o nome de Alan Green, o novo secretário, e pensa seriamente em desistir do caso quando Jarrell oferece dez mil dólares para ele inventar algo contra a tal nora-cobra. Só que aí alguém vai lá e rouba a .38 do escritório de Jarrell.

E no dia seguinte o antigo secretário do milionário, suspeito de ser mancomunado com a nora para roubar os tais segredos de negócios, é encontrado morto, com um furo de .38 no meio da cabeça.

Aí a coisa fica séria.

Mais uma aventura do detetive obeso, sedentário e genial Nero Wolfe com seu assistente enérgico, mulherengo e bonitão Archie Goodwin. Eu sempre gosto quando as brigas dos dois causam situações idiotas, e esse caso todo se mostra uma idiotice desde o começo, mas nenhum dos dois quer admitir que estava errado e resolvem levar a coisa até o fim.

Archie começa um pequeno caso com a filha de Jarrell, a única mais normal da família – que escreveu um poema sobre um esquilo que ela matou quando criança, veja bem a normalidade – e descobre que a tal nora pode ser mais perigosa do que parece.

If Death Ever Slept (1957) de Rex Stout. Série Nero Wolfe Livro 29

Renata

Nas horas vagas eu jogo RPG e faço meus desenhos. Quando dá, eu leio. Se eu conseguir fazer pelo menos uma pessoa ficar feliz com os livros como eu fico já estou mais do que satisfeita com essa vida.

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